Há alguns dias lancei um novo vídeo no meu canal do YouTube e decidi partilhar um pouco sobre o que se passa por trás das câmaras. O tema? A minha rotina diária como costureira e modista em Lisboa, e como é estar de volta ao atelier, atendendo clientes todos os dias das 9 às 18 horas.
Devo confessar que estou genuinamente feliz por estar aqui, no meu espaço, trabalhando com o que amo. Mas também quero ser honesta: esta rotina é cansativa. Muito cansativa, na verdade.
O que a minha rotina envolve
Cada dia começa cedo. Chego ao atelier, preparo o espaço, revejo os agendamentos e as encomendas que estão em progresso. Depois vêm as horas de trabalho intenso: corte de tecidos, costura, acabamentos, ajustes. Cada peça exige atenção, precisão e paciência.
Entre as tarefas de costura, há também o atendimento aos clientes. Consultas sobre medidas, escolha de tecidos, discussões sobre design e ajustes. É gratificante, mas também exigente mentalmente. Preciso estar presente, atenta e criativa em cada interação.
A realidade do trabalho manual
O trabalho de modista não é apenas criativo—é físico. Horas em pé, os olhos focados em detalhes minúsculos, as mãos a fazer movimentos repetitivos. No final do dia, sinto o cansaço nos ombros, nas costas, nos olhos. É o tipo de cansaço que vem de dar tudo de si.
Mas sabe o quê? Quando vejo uma cliente a sair do atelier com uma peça que a faz sentir-se bonita e confiante, todo esse cansaço vale a pena. É por isso que continuo, dia após dia, das 9 às 18 horas.
Se quer conhecer melhor esta rotina, veja o vídeo completo no meu canal do YouTube. Mostro um pouco do dia a dia, dos desafios e das pequenas vitórias que tornam este trabalho tão especial.
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